| Plaza Fuerte |
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| Praça da Independência e Palácio Salvo |
Quando visitei a cidade pela primeira vez, em 2011, fiquei hospedada na região do Palácio Legislativo. Região, aliás, que não recomendo para hospedagem: apesar de ser possível caminhar tranquilamente até o centro, não tem muita opção de restaurante ou de pontos turísticos. Em 2015, fiquei na Ciudad Vieja, o centro histórico da cidade, que é lindo e cheio de coisas pra fazer. Bem melhor!
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| Chafariz dos cadeados |
Destacam-se, na região, a Praça da Independência, que é a principal referência geográfica do centro e é onde está situado o Palácio Salvo, o cartão postal da cidade, que é impressionante! Bem perto de lá, está o Teatro Solis, que tem uma fachada muito interessante. Acabei não fazendo a visita guiada, mas parece valer a pena! Também gostei muito da Praça Forte/ Plaza Fuerte (primeira foto do post), que tem um chafariz incrivelmente lindo e uma feirinha super legal. Visitei nas duas vezes que fui! No entorno de ambas, é possível apreciar prédios bonitos. Imperdível para quem gosta de arte e arquitetura.
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| Prédio próximo à praça da Independência |
Ainda no centro, na Av 18 de Julho, fica o Museu do Azulejo, um prato cheio para quem (como eu) gosta de artes, cultura e design. O local reúne peças de todos os países e épocas imagináveis! É o maior museu do ramo na América Latina. A entrada é franca e fui extremamente bem atendida. O responsável pelo local mostrou todas as salas e chegou até a perguntar se eu precisava usar o telefone para retornar uma ligação (ele percebeu que atendi um telefonema e a ligação caiu)! Os funcionários foram muito solícitos.
Aliás, os uruguaios são muito queridos e atendem super bem! Até no meio da rua, você consegue informações facilmente: mesmo sem saber espanhol, as pessoas geralmente fazem o possível para ajudar.
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| Preparação da parrillada do Mercado do Porto |
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| Fonte no caminho para o Mercado |
Aproveite o café da manhã ou da tarde, para provar uma medialuna (espécie de croissant, típico do Uruguai e Argentina) e um alfajor (os melhores que já comi, diga-se de passagem). Escolha sempre os artesanais, de padarias regionais mesmo. Para mim, os doces uruguaios são um dos melhores da América Latina.
| Vinho Castel Pujol, da uva Tannat |
| Parque Rodó |
Como fui de manhã e no meio da semana, tinha pouquíssimas pessoas, mas o local é bem conhecido por lá. Em um dos cantos do parque tem um chafariz com vista para o mar! Lindo.
| Playa Malvin e, ao fundo, Museo Zoológico |
É uma região bonita, nova e organizada, situada na orla e cheia de restaurantes e bares. Parece uma boa localização para hospedagem, principalmente se a sua prioridade for um local mais "badalado" e com boa gastronomia.
Na avenida principal, a Rambla Mahatma Gandhi, é possível visitar o Castillo Pittamiglio, mas é necessário agendar. Passei na frente e vi que a construção é bem menor do que parece nas fotos e, apesar de ter uma fachada bonita, o castelo está grudado com outros prédios. Aliás, um problema da cidade (como um todo) é que eles não dão um espaço de preservação da arquitetura do local: nem sempre há uma distância mínima no entorno de prédios antigos, para conservar. Uma pena.
Na mesma região, fui até o Museo Zoológico Larrañaga, entre a Playa Buceo e a Playa Malvin. Parece um castelo (foto acima) e o interior é bem diferente dos museus naturais tradicionais. Vale a pena a visita!
| Palácio Salvo |
- Quantos dias ficar: Contando com a chegada, fiquei só quatro dias na primeira vez que fui. Em 2015, fiquei uns cinco dias. Acredito que esse tempo seja ideal!
- Onde ficar: Como falei, sugiro Ciudad Vieja. Se quiser ficar próximo da praia ou de restaurantes mais famosos, dá para ficar em Pocitos.
- Transporte: Andei mais de uma vez de ônibus e não tive problemas, foi super fácil e os cobradores sempre auxiliam. Mas como a cidade é pequena, se tiver tempo e disposição, ande a pé!
- Como chegar: O meio mais prático é chegar pelo Aeroporto de Carrasco, mas do Rio Grande do Sul é tranquilo ir de ônibus. Se estiver em Buenos Aires e quiser esticar uns dias em Montevidéu, dá para pegar um barco! Essa rota eu ainda não fiz, mas parece ser um ótimo passeio.
- Moeda: Em algumas lojas ou feiras, eles aceitam dólares e reais. Mas a moeda oficial é o peso uruguaio. Troquei na rua e também em lojas de câmbio (são diversas e você pode pesquisar as cotações lá mesmo). Em relação à cartão, é possível utilizar em praticamente qualquer local.
| Teatro Solis |
- Cuidados: Montevidéu é considerada uma das cidades mais seguras da América Latina. Os cuidados básicos valem para qualquer viagem, mas a cidade é tranquila. Se estiver sozinho, não recomendo andar à noite pelo centro, pois é bem vazio. No mais, o único lugar que me falaram para passar longe é a Fortaleza General Artigas (dizem que tem alguns assaltos).
- Culinária: O prato principal, obviamente, é carne. Mas você encontra várias opções em diversos pontos da cidade. O alfajor é imperdível, melhor que os argentinos. Tente provar os artesanais! Os queijos também são muito bons, não é à toa que o parmesão uruguaio é bem conhecido! E claro, não deixe de provar o famoso doce de leite.
- Preços: Na primeira vez que fui, era uma cidade barata para o turista. Voltei em 2015 e a moeda deles valorizou bastante, de maneira que as refeições passaram a ficar caríssimas para nós. Prepare-se para pagar 25 reais numa garrafa de cerveja e 80 reais num prato individual. No Mercado do Porto, a média de refeição é de 150 reais (somete o prato, para duas pessoas), mas, geralmente, a parrillada é composta só de carnes... Se pedir uma salada e uma batata para acompanhar e somar as bebidas e a gorjeta/ taxa, a conta vai, rapidamente, para uns 300 reais (duas pessoas). Ainda bem que ainda é possível encontrar bons preços em hospedagem!
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